Ele não era médico...
e levantou paralíticos e restaurou feridos,
usando o divino poder do amor.
Não era advogado...
e elegeu-se o supremo defensor
de todos os injustiçados do mundo.
Não possuia fazenda...
e estabeleceu novo reino na Terra.
Não improvisava festas...
e consolou os tristes e reergueu
o bom ânimo das almas desesperadas.
Não era professor consagrado...
e fez-se o Mestre da Evolução
e do Aprimoramento da Humanidade.
Não era Doutor da Lei...
e criou a universidade sublime do bem
para todos os espíritos de boa vontade.
Ele não era rico...
e engrandeceu os celeiros dos séculos.
Padecendo amarguras - reconfortou a muitos.
Tolerando aflições - semeou a fé e a coragem.
Abatido - curou as chagas morais do povo.
Supliciado - expediu a mensagem do perdão
e do amor, em todas as direções.
Esquecido pelos mais amados - ensinou
a fraternidade e o reconhecimento.
Vencido na cruz - revelou a vitória da vida eterna,
em plena e gloriosa ressurreição,
renovando o destino das nações
e santificando o caminho dos povos.
Quem oferecer o coração, em homenagem
ao Divino Amor na Terra, poderá desse modo,
no exemplo de Jesus, embora anônimo, aflito,
apagado ou crucificado, atender à
santificada colaboração com Deus,
a benefício da Humanidade.
Olá irmãzinha Vanda.
Adorei a sua postagem acerca de Jesus, segundo André Luiz. Na veerdade, JESUS, o nosso Governador, exerceu todas essas profissões, sem ter sido graduado aqui na Terra, mas trouxe o Seu Doutorado, através de séculos...Seculos, como Espírito de Luz.
Que Ele possa nos abençoar hoje e sempre, enquanto estamos a palmilhar esta nossa encarnação na nossa Mãe-Terra.
Beijos
Ivone
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